Aduelas de concreto para obra no Alegre começam a ser produzidas

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Após a entrega, será retirado o tubulão Armco, feita a compactação do terreno e recomposição asfáltica da avenida Alexandre Torquetti

A Prefeitura de Timóteo, por meio da Secretaria Municipal de Obras, Serviços Urbanos e Meio Ambiente, recebeu neste início de semana uma atualização da Construtora Andrade Teixeira sobre as intervenções na avenida Alexandre Torquetti, próximo ao trevo da rotatória do bairro Alegre.

A obra, que em princípio parecia simples, exigiu uma intervenção mais profunda, com a retirada dos tubulão Armco e substituição por aduelas de concreto. A obra, orçada em R$ 408.465,62, está sendo feita com recursos próprios da Prefeitura de Timóteo.

Segundo informações da Construtora Andrade Teixeira após receber no inicio do ano a ordem de serviço, foi iniciado o trabalho de pesquisa de preço e encomenda das aduelas que serão produzidas por uma empresa de Coronel Fabriciano. Cada peça de concreto mede 3 metros de largura por 2,5 metros de altura e 1 metro de cumprimento. Ao todo são 35 unidades, cada uma pesando aproximadamente 7 toneladas. Segundo a empreiteira responsável pelo serviço, em razão da característica e da quantidade de peças, é preciso prazo para a produção das aduelas já que elas não existem prontas no mercado e nem podem ser produzidas no local da obra.

A previsão é que todos os blocos sejam entregues até 14 de fevereiro. Em seguida, terá início o serviço de remoção do tubulão Armco para substituição por aduelas de concreto no local. A retirada do tubulão não pode ser feita antes, uma vez que a chuva pode provocar erosão agravando o problema. Instaladas as aduelas, será feito o aterro, a compactação do terreno e recomposição asfáltica da avenida Alexandre Torquetti.

Entenda

Por causa de uma construção irregular na margem do córrego do Alegre e de uma infiltração de água no subsolo, parte da avenida Alexandre Torquetti cedeu, obrigando a Prefeitura a interditar a via. Inicialmente as intervenções no local se concentrariam na limpeza de um buraco de cerca de 5 metros de profundidade, estabilização de uma adutora da Copasa, recuperação de talude com rip-rap e recomposição asfáltica.

Entretanto, assim que a empreiteira encarregada começou a fazer o serviço foi constatado que os tubos Armco utilizados para drenar a água do córrego do Alegre haviam cedido, o que poderia provocar o assoreamento do sistema e o alagamento das casas na parte baixa do bairro. Uma adutora da Copasa que passa pelo local também ficou comprometida.

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