Em Fabriciano, Escola Professor Paulo Freire pede socorro

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Secretaria da Educação proibiu abrir a Escola e Conselho Escolar e pais de alunos se reuniram  no meio da rua.

O Conselho Escolar da Escola Municipal Paulo Freire, situada no bairro Aparecida do Norte, em Coronel Fabriciano, esteve reunido na noite desta terça feira para discutir com os pais de alunos os problemas enfrentados pela escola com o anúncio de demissão da vice diretora e do vigia do educandário.

A reportagem do “acontecendo online” esteve presente e acompanhou o desenrolar  da reunião que foi realizada no portão da escola, já que a diretora foi proibida de acolher os pais de alunos para a reunião.

VEREADOR NÉLIO DO ABACAXI SE COLOCA A DISPOSIÇÃO DOS PAIS DE ALUNOS

Os vereadores Miltinho do Sacolão e Nélio do Abacaxi estiveram presentes e se colocaram a disposição dos pais de alunos e conselho para ajudar na solução dos problemas.

Os Conselheiros Antônio Carlos, Débora Cristina e Regiane dos Reis Ribeiro conversaram com nossa reportagem e informaram que a Escola que funciona em tempoo integral não pode ficar sem a presença de uma vice diretora e também reclamaram a falta de um vigia. Os alunos ficam vulneráveis, podendo sair e entrar a qualquer hora. Também fica impossível controlar a entrada de pessoas estranhas no educandário.  “Estamos precisando de apoio e a administração não nos atende”, disse Antônio Carlos. Segundo Ele não se consegue passar da recepcionista.

Os pais de alunos, maioria revoltada, participaram de um abaixo assinado que será encaminhado para a administração municipal tentando reverter a situação.

CONSELHEIROS ESTÃO APREENSIVOS

REUNIÃO NESTA QUARTA

Em meio ao tumulto de uma reunião no meio da rua, fizeram contato com a administração e ficou acertado que nesta quarta feira, às 17 horas, uma Comissão composta de 10 pessoas será recebida no Paço Municipal, para que se chegue a um denominador comum.

Uma mãe de aluno, bastante nervosa, disse que “é um absurdo a gente ser chamada para uma reunião da escola e ninguém abrir o portão.  Nós não somos marginais. Na hora da aula não tem nem vigia e entra quem quer, isto é um absurdo. Nós somos gente, fomos nóis que elegemos o prefeito e agora ele nos abandona”, concluiu.

texto: Leoncio Corrêa – Agência ANVA                                                                      Fotos: Wesley Souza (Paparazo)

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