Em ipatinga, mutirão de saúde movimenta UBS

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A Unidade Básica de Saúde do bairro Vila Celeste foi movimentada, no último sábado (9), com uma série de ações voltadas para a prevenção e detecção precoce de doenças. Das 7h às 17h30, a comunidade contou com profissionais à disposição para atualização do cartão de vacina, coleta de preventivo, exame clínico das mamas, solicitação de mamografias, além de palestras e pesagem para atualização do cadastro do programa Bolsa Família.

A enfermeira da Unidade, Valéria Marta Ferreira Braga, revelou que um dos focos da ação foi também realizar uma busca ativa nos adolescentes para serem imunizados contra meningite e HPV.

“Dada a importância dessas vacinas e a baixa cobertura em relação a ambas, este tipo de mobilização tem entre suas vertentes principais a atração dos pais dos adolescentes ao posto de saúde para imunização. Como no sábado esse público-alvo não freqüenta a escola, e muitos dos pais que trabalham geralmente estão de folga, vimos essa necessidade do mutirão. E a iniciativa tem surtido efeito, pois a Unidade ficou cheia durante todo o dia”, avaliou a enfermeira, acrescentando ainda que, durante a semana, as atividades são procedimentos de rotina na Unidade.

Moradora do bairro Vila Celeste, a dona de casa Marlene Vieira é uma das usuárias da Unidade e contou ter levado a filha adolescente, Larissa Vieira Santos, de 11 anos, para pesar, aproveitando para atualizar o cartão de vacina.

“Gosto de ações no sábado porque é um dia que a gente tem livre e podemos aproveitar para fazer tudo. Fui informada pela equipe da própria Unidade que haveria a ação, e assim me organizei para vir acompanhada de minha filha. Estou muita satisfeita com os serviços”, comentou.

Arboviroses

Preocupados com a eliminação de focos de água parada e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, da febre Chikungunya e do Zika vírus, os funcionários da Unidade também criaram um espaço de reflexão em relação às arboviroses.

No momento, o Vila Celeste é um dos bairros da cidade  que têm os mais altos índices de infestação larvária do mosquito Aedes aegypti, na casa dos 4,4%.

Na programação houve abordagens educativas, com distribuição de panfletos, apresentação de cartazes e debates sobre as doenças. Uma maquete educativa ajuda a população a identificar os criadouros do Aedes Aegypti.

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